Texto: Liana Rego | Fotografia: Liana Rego

O grupo britânico esteve na Invicta para um espetáculo dinâmico, carregado de sons improváveis e coreografias vistosas.

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Na tarde de sábado (9 de Abril), os STOMP estiveram no Coliseu do Porto para um espetáculo que prometia muitos ritmos e batidas. Tal como foi pensado aquando da sua criação, no início dos anos noventa, os STOMP são um grupo de performers que produzem som com o seu corpo. Simultaneamente, criam batidas com materiais que se podem considerar improváveis, mesmo dentro daquilo que, no mundo musical, se cinge à percussão.

Num show de duas horas, que se iniciou por volta das 16h40 e terminou pelas 18h30, foram muitos os momentos em que a sala, praticamente cheia, se deixou entusiasmar e quis participar na performance, mesmo quando as palmas saiam dessincronizadas. Os STOMP revelaram-se, portanto, um excelente ingrediente para uma tarde familiar de fim de semana, mas, também, um grupo de artistas particularmente talentosos/as, capazes de realizar as coreografias mais complexas fazendo-as parecer fáceis.

Bolas de basquetebol, isqueiros, caixas de fósforos, vassouras, baldes de alumínio, bidões, sinais de trânsito, tampas de caixotes do lixo, sacos e carrinhos de compras foram alguns dos utensílios que auxiliaram o grupo britânico na sua passagem pelo Porto. Além da componente musical, o espetáculo contou com inúmeros momentos de humor e teatro, que já são, também, uma marca identitária que está associada aos e às artistas integrantes.

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