Os locutores responsáveis pelo programa Santos da Casa, Fausto Silva e Nuno Ávila, são já figuras míticas de Coimbra, e não é difícil encontrá-los nos mais diversos concertos, seja aquele rabo de cavalo grisalho ou aquela boina bege.

Além de frequentadores, ouvintes e críticos do mais variado tipo de música são também os responsáveis por trazer o que se faz de novo em Portugal às várias salas da cidade dos estudantes.

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E, assim, o Festival Santos da Casa que já assinala a 18ª Edição promete trazer bons espectáculos em Abril. Durante alguns dias o festival vai passar pelo Salão Brazil, Aqui Base Tango, Teatro da Cerca de São Bernardo, CITAC, Casa das Artes Bissaya Barreto, FNAC e até pelo Corredor da Rádio Universidade de Coimbra. A começar no dia 8 de Abril, estão confirmados Balla, MancinesJoão e a Sombra, Mplus, D’Alva, Ambar, Fazenda, Evols, Mila Dores, Dalla Marta, Why Portugal + Surma e ainda First Breath After Coma. Conheçam melhor então, connosco,  alguns dos nome que passarão pelos palcos de Coimbra, neste mítico festival.

Balla é da responsabilidade do produtor Armando Teixeira. «Arqueologia» é o seu trabalho mais recente, a que se junta três álbuns e múltiplas outras produções para outros artistas. Projecto estreado no ano 2000, através da conjugação de sintetizadores e mesas de mistura, tem se afirmado como um dos mais criativos e distintivos na música pop portuguesa.

Mancines apesar de ser apenas um “bebé” com um ano não deve ser de todo menosprezado por isso. O projecto une o talento de Raquel Rallha (Wraygynn, Belle Chase Hotel, Azembla’s Quartet), Toni Fortuna (D3o, Tédio Boys, M’as Foice), Pedro Renato (Belle Chase Hotel, Azembla’s Quartet) e Gonçalo Rui. Depois do lançamento do álbum de estreia «Eden’s Inferno», e de andarem pela estrada a percorrer as várias salas do país anunciam que já andam a trabalhar em temas novos.

Em Abril do ano passado João e a Sombra, alter-ego do músico e actor João Tempera, lança o seu primeiro longa-duração. Após o lançamento do EP em 2008, Tempera junta-se a Vasco Teodoro, Marco Reis, Marco Alves, Pedro Pinto e Rui Berton para criar «Outra Coisa Qualquer». Um álbum denso composto por doze temas, cantados em português, que conta com a participação de alguns músicos convidados como João Correia (Tape Junk) e Rita Reis (Mesa).


M+ (Mplus) começa em Outubro de 2014 por Márcio Paranhos e Mónica Dias. O duo português de música electrónica e synthpop, apresenta o seu primeiro trabalho «Unfold» em 2015. Cruzam sonoridades e universos musicais através da voz, da guitarra, da bateria e dos sintetizadores.

Alex D’Alva Teixeira e Ben Monteiro misturam influências para criar D’Alva. A banda lisboeta junta música e raças, e o seu «#batequebate» já percorreu o país de Norte a Sul incluindo os festivais NOS Alive e Sol da Caparica. Esteve nomeada para os Portugal Festivais Awards, na categoria de Melhor Actuação ao Vivo – Artista Revelação e em 2013 ganhou o Prémio Offbeatz paraVideoclip do ano.


Fazenda é uma banda sonora de um filme sem guião, é uma máquina de fazer paisagens.” Gustavo Dinis e Paulo Martins, homens de mãos calejadas, dialogam através das suas guitarras. Improvisam e produzem imagens que dão origem a Fazenda, que lança o seu primeiro EP em Setembro do ano passado. E vão estar no corredor da RUC a projectar o seu filme composto por 5 músicas.

Já a banda Evols nasce no ano 2010 em Vila do Conde. Actualmente composta por Carlos Lobo, França Gomes, Vítor Santos, Jorge Queijo e Rafael Ferreira, já vai no segundo álbum. Rock, psicadelismo e fumo, estes cinco rapazes prometem uma performance ao vivo inesquecível.

Quanto ao resto dos projectos é aparecer e ouvir do que melhor se faz por Portugal e já sabem, para mais informações visitem a página do facebook ou sintonizem na 107.9 FM da RUC.

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